O jogo que estava marcado para acontecer no dia 06 de Maio no IAC foi cancelado.
19 abr
Atlético Boêmio x União Boa Vista
Realmente, foi uma volta triunfal.
Não pelo belo futebol apresentado ou por um placar elástico a favor.
Foi triunfal pela saudade e vontede de jogar apresentada por quase todos. Inclusive os que não jogaram. Inclusive até aqueles que nem estiveram presentes.
Foi triunfal também por constatar que o Sir. Alex Feguson chegou no campo com 40 minutos de antecedência, e que poucos minutos depois teve a compania de Edmarzinho, Carlão, Bola (que só não chegou mais cedo porque se perdeu), Testa, Davi e Baiano (acreditem se quiser).
Henao e Cabeça chegaram em cima da hora, mas fizeram questão de avisar que já estavam a caminho.
Marcelo também chegou em cima do horário, deixando a galera mais angustiada que noivo no altar esperando a chegada da noiva.
Mas nosso goleirão acelerou o Fuscão Preto e conseguiu chegar no horário. E ainda trouxe o carro cheio. Além de dois reforços, trouxe também o Burso e sua câmera profissional, que ficou encumbido de registrar as imagens do grande jogo.
Outra grande satisfação do dia foi presenciar Tiagão e Rica à beira do campo. Ambos fugiram do departamento médico para acompanhar in loco a grande partida.
E por incrível que pareça, quem trouxe o Tiagão e o deixou na porta do vestiário foi a sua sempre polêmica empresária. Se eu não tivesse visto isso com meus próprios olhos, também não acreditaria que isso realmente aconteceu.
E o time teria ainda os reforços de Dimas, que chegou quietinho como quem não quer nada, mas logo chamou atenção pelo tamanho da bolsa que trazia consigo. Enquanto alguns trazem somente a chuteira para o campo, nosso companheiro trouxe um kit-sobrevivência de 30 dias na selva. Baiano também trouxe um reforço para a zaga para tentar suprir a ausência do xerifão Rica.
Enquanto todos vestiam o fardamento, Alex quebrava a cabeça com o grande número de opções e montava em sua cabeça um bom time para iniciar a partida.
Resumindo, tudo deixava bem claro que seria uma bela tarde de futebol.
Ligeira não viria para o jogo porque, segundo relatório do departamento médico, nosso atacante primata apresentou uma lesão no joelho parecidíssima com a antiga lesão de Henao. O lado bom foi que, com essa ausência, Burso poderia tirar fotografias de todos os jogadores. Afinal, com Chipanga em campo, todos sabem que os holofotes do nosso fotógrafo estariam focados exclusivamente no homem primata.
Senhor Claudião também se ausentou do jogo pois não conseguiu escapar dos compromissos profissionais.
E o técnico escalou o time inicial da seguinte maneira: Michel Teló no gol, Edmarzinho na direita, Davi e Eduardo na Zaga e Dimas na esquerda. Carlão e Henao formariam a dupla de volantes, com Testa e Cabeça na armação. E no ataque, Baiano e Bola.
E o início de jogo relembrou os velhos tempos.
Testa, como diria Baiano, jogando feito um cavalo de desfile de 7 de setembro. Andando na pontinha do pé, nem aí pra ninguém e ainda esperando aplausos. Alguns companheiros perceberam que ao final do primeiro tempo sua camisa estava completamente seca.
E Baiano paradão em algum lugar do campo.
Henao correndo pra lá e pra cá, arrumando confusão com adversários e com o juiz. Aliás, impossível não destacar o poder de Henao em transformar um simples amistoso no Campo do Kiko e um ambiente de semi-final de Libertadores em pleno Monumental de Nunez. É o poder de dar graça a qualquer jogo sem graça. Regular como sempre, mais uma vez nosso volante atuou muito bem na cabeça da área. Protegeu a defesa, deu rapidez à saída de bola e bateu boca com o juizão o jogo inteiro, reclamando, e com razão, das diversas marcações equivocadas.
E enquanto isso, Baiano continuava paradão em algum lugar do campo.
Edmarzinho, ao estilo Joseph Climber, com duas costelas trincadas, e correndo muito bem.
Em um jogo semanas atrás, nosso lateral cheio de saúde tomou uma cotovelada nas costelas, que desde então o tem causado grande incômodo. Qualquer um de nós ficaria chateado, desmotivado, abatido. Mas lembre-se que estamos falando de Edmarce! Que devido à contusão, jogou somente um tempo. E vejam o que é a perseverança, vejam o que é a força de vontade: graças a esse incômodo, Edmarzinho passou a correr menos e fazer a bola correr mais. Mesmo com um número menor de subidas ao ataque, foi muito perigoso como de costume.
Cabeça era outro que estava cheio de vontade para jogar.
Prestativo como de costume, pegava a bola e partia para cima da defesa adversária, além de recompor muito bem e ajudar o lado esquerdo da defesa. Era tanta vontade, mas tanta vontade, que o menino em muitos momentos correu errado. Cabeça foi uma espécie de Lucas do Atlético Boêmio. E assim como no caso do time do Morumbi, como citou o famoso empresário, faltou um bom motorista para guiar o nosso Fiat 147. Mas Alex e alguns companheiros perceberam alguns erros apresentados e instruíram nossa jovem promessa, que melhorou de rendimento com o passar do jogo.
E enquanto isso na defesa, Davi se virava muito bem ao lado do zagueirão que o Baiano contratou. Zagueirão este que é uma mistura de Alecssandro e Célio Silva, e que durante toda a partida, não economizou no quesito emoção. Era carrinho, trombada, paulada e saída de bola que causavam frio na barriga do mais tranquilo dos torcedores. E mesmo testando os problemas cardíacos de técnico, torcedores e companheiros, foi muito bem na zaga e como diria Esquimó, foi um zagueirão que impôs respeito.
Falando em defesa, vale aqui ressaltar a performance do gigante Davi.
Nosso zagueiro ganhou bola por cima, por baixo, no corpo a corpo, na cobertura, na dividida. Parece que o menino está colocando em prática tudo aquilo que teve a paciência de ouvir arduamente durante diversos jogos ao lado do seu antigo companheiro de zaga e hoje tutor, o xerifão Rica. Resumindo, Davi comeu a bola e foi o melhor jogador do Atlético Boêmio em campo.
Outro destaque positivo foi nosso goleiro. O jogo não era nenhum especial de fim de ano da Rede Globo, mas teve a participação especial de Michel Teló, que foi muito bem e cometeu apenas um erro durante o jogo todo. E que belo erro. Mais pra frente esse erro será melhor detalhado.
Enquanto isso, Tiagão e Ricardo de fora, sob uma sompra qualquer, apoiados em suas muletas, analisavam calmamente a partida. E Baiano continuava paradão em algum lugar do campo.
Dimas chegou cheio de marra e experiência. Em campo, fez jus a marrentisse e foi muitíssimo bem no primeiro tempo. E foi dos pés dele que saiu o primeiro gol da partida. Após falta no lado direito intermediária, pelo menos uns 7 jogadores se apresentaram para a cobrança. Mas Dimas, como único canhoto do time, chamou a responsabilidade para si. Bateu firme na bola, que passou pelo meio da barreira e foi morrer no fundo das redes, abrindo o placar da partida.
Bola (Muñoz, Felipe Massa, Marrone), ainda em fase de readaptação, mostrou que não se esqueceu de como atuar como referência no ataque.
Dominou bem algumas bolas, tentou algumas tabelas e incomodou bastante os zagueiros. Entretanto, ficou evidente que ainda lhe falta aquela malandragem típica do centro-avante matador, daquele autêntico camisa 9. Já conversamos com nosso especialista em assuntos de centro-avantes matadores, o grande Batiburso, que se prontificou em dar alguns toques e dicas para o sempre prestativo Wayne Rooney do Boêmio.
Marcelo só não foi perfeito no gol porque faltou às aulas de “como bater um tiro de meta” e também por aquele erro citado linhas atrás. Erro totalmente justificável, diga-se de passagem.
A partida já estava no segundo tempo, quando ao lado do campo passou um carro com o som ligado no último volume. E por ironia do destino e dos deuses do futebol, a música tocada era exatamente a mesma que transformou nosso goleiro em um grande popstar mundial. Não deu outra. Ao ouvir seu hit de grande sucesso, o goleirão não se conteve, entregou a bola ao primeiro jogador que viu a sua frente e começou a balançar o corpo e ensaiar o mesmo passinho que craques como Neymar e Cristiano Ronaldo dançaram pelos gramados mundo afora. E na terceira coreografia, ao som do “ai se eu te pego”, a bola já estava no fundo da rede. Marcelo foi obrigado a interromper sua performance artística para buscar a bola no fundo das redes. Era o gol de empate adversário.
Todos em campo ainda estavam boquiabertos tentando entender o que havia acontecido.
E enquanto isso, o Troféu Valdson se remexia no túmulo. E Baiano continuava paradão em algum lugar do campo.
E justificando o apelido de abençoado, mesmo em aparição extremamente discreta, Baiano teve em seus pés duas ou três chances de decidir a partida e sair mais uma vez como herói do Boêmio.
Só que desta vez a sorte não sorriu pra ele. Com seu futebol pouco vistoso, seus gols e suas declarações polêmicas, essa espécie de Túlio Maravilha do Boêmio não foi às redes dessa vez.
E além de não deixar sua marca, atrapalhou o jovem atacante que Alex Feguson contratou junto ao futebol neozelandês.
Após boa jogada pela esquerda, a nova contratação do ataque saiu cara a cara com o goleiro. Antes de finalizar, ouviu um berro do companheiro ao seu lado pedindo a bola (esse companheiro quase não pede a bola durante o jogo). Quando viu que era o Baiano pedindo a bola, o jovem atacante se sentiu pressionado e achou melhor fazer uma política da boa vizinhança e passar a bola para um dos medalhões do time, que mais um vez não conseguiu converter a boa oportunidade em gol.
Alex ficou puto da vida, e instantes depois sacou Baiano da partida.
E no segundo tempo, o time apresentou uma velocidade de saída de jogo digna de futebol de botão.
O fato positivo é que Testa voltou para o segundo tempo. A preguiça e displicência do primeiro tempo deram lugar ao ótimo posicionamento tático, marcação e saída de bola do segundo tempo.
Deu tempo ainda de estrear um lateral-direito, amigo do Edmar, e dois meio-campistas amigos do Marcelo.
O pupilo de Alex Feguson ainda perdeu ótima oportunidade ao desperdiçar o rebote de uma bola chutada na trave. Carlão também desperdiçou boa chance num chute de dentro da área que raspou o poste direito do goleiro. E Michel Teló, com duas ou três grandes defesas, garantiu o empate ao Boêmio.
Nos minutos finais, os jogadores dos dois times estavam mais preocupados com a cerveja do pós-jogo do que com o resultado da partida.
O juizão, percebendo isso e também concordando, tratou de encerrar logo o jogo.
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FICHA TÉCNICA:
Local: campo do Jd. Boa Vista, Hortolândia (SP)
Data: 14 de abril de 2012, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 26 não-pagantes.
GOLS: Dimas aos 15 minutos do primeiro tempo.
ESCALAÇÃO: Marcelo; Edimarzinho (amigo do Edmarzinho), Davi, Eduardo (Mentira) e Dimas; Henao, Carlão, Testa e Cabeça; Baiano (Cansado) e Bola (Atleta do Alex).
TÉCNICO: Sir. Alex Feguson.
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Clique no link fotos para abrir galeria de fotos do jogo.
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Atualização: Edmarzinho já marcou a próxima partida. Será no domingo, dia 06 de maio, às 08 horas no IAC.
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Postado por Carlão
26 mar
Depois de muito tempo, a volta triunfal
Depois de quase um ano de pausa, é com muito prazer que anúncio mais uma vez a volta do Atlético Boêmio aos gramados.
Esse intervalo foi preenchido somente pela participação em um pequeno festival no Jardim Novo Ângulo e um grande número de cervejas, churrasquinhos e petiscos ingeridos.
E com certeza, o resultado em campo dessa grande pausa será muita técnica, habilidade e cadência com a bola rolando. Aquele futebol maroto e faceiro que envolve qualquer defesa, por mais truculenta e implacável que seja, voltará a ser exibido.
E com a expectativa de grande espetáculo, para o dia 14 de abril está prevista a volta triunfal do gigante adormecido.
E grandes novidades para essa volta não faltam:
- Baiano, recuperado de delicada cirurgia no joelho, volta aos poucos ao bom e velho ritmo de sempre. Andou prometendo por aí que vai se matricular numa academia e correrá três vezes por semana no Parque Chico Mendes, em Hortolândia;
- Davi passou por algumas sessões de terapia, em que foram trabalhadas sua auto-estimo e confiança, além do esclarecimento de algumas outras dúvidas antigas do rapaz. Não vou entrar muito no mérito dessas dúvidas, pois isso aqui é um blog de família. Mas o importante mesmo é que o nosso defensor está muito bem fisicamente e cheio de empolgação para essa partida;
- Claudinho fez um estágio no Leicester City, que disputa a Championship (2ª Divisão Inglesa). Durante esse tempo, nos treinamentos, vários atributos foram trabalhados, porém o enfoque principal foi a obtenção de massa muscular. E o projeto foi um sucesso. Antigo Claudinho, hoje Claudião, voltou com 10 kg a mais de massa. Hoje o menino distribui trombadas dentro e fora de campo;
- Henao recuperado de antiga lesão. Ou não;
- Edmarzinho foi emprestado ao Boa Vista FC, e agora volta com muito mais experiência na bagagem;
- Jonatan e Juninho deixaram de freqüentar as regueiras para freqüentar os pancadões do Jardim Nova América. A chance de entrarem um pouco mais acordados em campo são bem grandes. É só soltar a batida aí, cumpadre;
- Claytão abandonou o time dos solteiros e joga agora no time dos casados;
- Testa virou papai. E dizem as más línguas que o moleque nem aprendeu a andar e já está tão marrento quanto o pai;
- Cabeça também voltou de uma experiência internacional. Passou um tempo no Canadá procurando alguns clubes para jogar. O máximo que conseguiu foi tomar uma surra futebolística de um time formado por dois japoneses, um sul-coreano e um indiano. Depois de aprender um pouco de futebol com garotos de países de respeitada expressão no mundo do futebol, o menino Cabeça conseguiu seu minuto de fama ao causar um tumulto generalizado em uma requintada estação de esqui, deixando sua marca tupiniquim em terras canadenses.
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Outras coisas continuam na mesma boa e velha situação de sempre:
- A relação entre o clube e a empresária do nosso grande goleiro São Tiagão continua complicadíssima como sempre;
- Ligeira prometendo que vai honrar seu compromisso com o time nos próximos jogos;
- Carlão acima do peso, voltando de contusões e em precária forma física;
- Padero, nosso zagueirão que impõe respeito, continua acima do peso e sem condições de jogo;
- Esquimó continua apreciando incontáveis Sub-Zeros;
- Alex quebrando a cabeça no Futebol Manager tentando encontrar a tática perfeita que transforme nosso time em um time campeão.
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Temos também uma grande baixa.
Rica, o xerifão da defesa, sofreu um acidente de moto e fraturou a perna. A previsão dos médicos é que volte aos gramados somente em 2013.
Enfim, ingredientes não faltam para essa partida, por isso anotem em suas agendas:
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Sábado, 14 de Abril de 2012.
Horário: 15:30
Local: Campo do Jd. Boa Vista (Campo do Kiko)
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Até lá.
Postado por Carlão
17 out
Atlético Boêmio x Internacional
E foi numa manhã de domingo, pós-comemoração de aniversário do Claudião Barriga de Motorista de Caminhão, que o Atlético Boêmio, após alguns meses no ostracismo, voltou a se aventurar nos campos de futebol.
As olheiras evidenciavam boemia da noite anterior, porém eram privilégios de somente alguns jogadores. Edmarzinho e companhia, o Xerifão Rica e Bola mostravam que haviam se preparado razoavelmente para o jogo, dormindo pelo menos 8 horas como manda a cartilha da pseudo-vida saudável. Contrastando com a cara amassada de Carlão, Tiagão, Davi e companhia.
E naquela bela manhã de domingo (manhã boa pra ficar dormindo tranquilão no aconchego do lar doce lar), com muitos bocejos e espreguiçadas, o Atlético Boêmio voltou à ativa.
Escalar o time não foi nada difícil. Alex Ferguson não pôde comparecer ao jogo. Segundo ele, não poderia cancelar um compromisso outrora marcado. Na verdade o fator agravante foi ele ter ficado chateado com este que vos escreve por tê-lo avisado sobre o jogo somente momentos antes da partida (madrugada de sábado). Metódico como sabemos que é, não teria tempo para pensar a formação ideal do time para a importante disputa. Resumindo, juntou-se a fome com a vontade de comer, e Alex Ferguson não compareceu ao local da peleja.
E no preparativo para o jogo, mais uma vez juntaram-se dois fatores para solucionar um problema. Carlão sentira uma leve pancada no tornozelo direito durante um jogo no sábado, somado com o pequeno sentimento de culpa pela ausência do técnico, se incumbiu de escalar o time. Pra ser sincero, a única coisa que fez foi se colocar no banco de reservas, pois o time estava contado.
A formação inicial foi a seguinte: Tiagão; Rica, Davi, Edmar e Juninho; Cabeça, Jonathan e Bola.
Sentindo a solidão no banco de reservas, Carlão tratou de providenciar em poucos instantes a maior contratação da história do Atlético Boêmio. Um time carente de exímios fazedores de gols não poderia deixar passar batida a oportunidade de contratar ele, o maior centro-avante da história da Vila da Conquista, aquele que quando joga nos faz lembrar Romário, aquele que quando se pronuncia, polêmico como sempre, nos faz lembrar Dadá Maravilha, aquele que as trapalhadas se assemelham às de Garrincha. Sim, ele mesmo, Gutemberg, ali na beirada do campo dando sopa, sem contrato vigente, com o passe livre. Não pensamos duas vezes em contratá-lo. Humilde e disposto, rapidamente foi até sua residência e buscou seu precioso par de chuteiras. Quando voltou, o time já estava perdendo de uns 3 a 0. Aí não tem artilheiro que dê jeito. Mas mesmo assim entrou em campo e conseguiu criar algumas jogadas e trouxe grande preocupação à defesa adversária.
Nessa partida o Boêmio mostrou que o seu segmento futebolístico é outro. Esse futebol disputado, cascudo, de pouca plástica, não atrai e nunca irá atrair o time de futebol moleque maroto, cheio de ginga, cheio de marra, cheio de toco y me voy. E por essas e outras que…
Calma lá vai… Chega desse chororô. Chega de milonga. Chega desse chove e não molha. Afinal, estamos falando do mesmo time que à duras penas foi campeão de um torneio disputado em campo raspadão à luz de faróis de opalões, brasílias e corcéis. Mesmo que alguns poucos atletas, hoje talvez somente o Baiano, ainda querem enganar e dizer que o Boêmio pratica o futebol galáctico e atrevido e que o grande objetivo do time é dar show, não há como negar, o Boêmio pertence à vertente operária do futebol. Um futebol de raça, futebol aguerrido, com raros lampejos de futebol arte e com bons resultados. E no último domingo a vontade ficou bem guardada em casa embaixo dos cobertores, e voltamos para casa com um belo de chocolate de 6 a 1 na sacola.
Alguns acontecimentos nos fazem querer parar, nos fazem querer desistir. Dirceuzinho, com um pequeno atraso, chegou faltando apenas 10 minutos para acabar o jogo. Tiveram também as ausências de Claudião, que não conseguiu negociar um alvará com a dona onça, de Henao, que estava machucado (não sei dizer se ainda é aquele velha contusão antiga que conhecemos tão bem), de Burso, que ficou com preguiça de acordar, e de La Monka, que faltou porque é o La Monka e apenas isso já é mais que o bastante para explicar sua ausência. Uma grande ausência foi pra lá de justificável: Nosso companheiro Testa se tornou o pai mais fresco do momento. Além da licença paternidade, ganhou também uns dias de folga do Departamento Médico devido a um corte no supercílio.
Otimistas que somos quando o assunto é futebol, esquecemos facilmente dessas presepadas quando nos lembramos das boas defesas de Tiagão, do belo futebol apresentado pelo menino Cabeça, das broncas do xerifão Rica, da dedicação de Boleta, e principalmente, da grande honra que foi ver a lenda Gutemberg vestindo o uniforme do glorioso Boêmio.
E mesmo perdendo por goleada, nosso time marcou seu nome na história do futebol de várzea hortolandense. Entrou no rol dos times que tiveram o privilégio de ter Guti jogando uma partida oficial.
E não pararemos por aí. O terrível Edmarzinho já avisou que voltará a marcar amistosos. Teremos pelo menos um jogo por mês.
Avante boêmios. O show tem que continuar.
Saudações.
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FICHA TÉCNICA:
Local: campo do Gambá, Hortolândia (SP)
Data: 09 de outubro de 2011, domingo
Horário: 09 horas (de Brasília)
Público: 26 não-pagantes
ESCALAÇÃO: Tiagão; Edimarzinho, Davi, Rica e Juninho; Cabeça, Jônatan e Bola.
TÉCNICO: Carlão.
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ps: Depois eu posto a foto.
Postado por Carlão.
25 mai
Próximo Jogo
Bem amigos do Atlético Boêmio, enquanto o ASC está mais parado que o Baiano aos 40 do segundo tempo, nosso time de campo continua aos poucos retomando o ritmo de jogo.
E para dar sequência ao trabalho, Edmarzinho marcou mais um amistoso, que será realizado no sábado dia 04 de Junho, às 14 horas, na Vila Boa Vista, Campinas – SP.
Aos companheiros desnorteados, por favor, não se confundam. O jogo será no Vila Boa Vista (aquele bairro próximo à Bosch), e não no famoso e batido campo do Kiko, no Boa Vista de Hortolândia.
Vale reforçar também o horário, que dessa vez será às 14 horas (duas da tarde).
Evitem atrasos, ausências, contusões de última hora e desculpas esfarrapadas.
E até lá!
2 mai
Atlético Boêmio x União Boa Vista IV – O Retorno
Atlético Boêmio 3 x 0 União Boa Vista
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Quem ficou preocupado em chegar cedo, se ferrou. Após minutos de atraso, algumas situações se repetiram. Era nego reclamando da demora, era nego querendo assistir à semi-final do Campeonato Paulista, era nego querendo pular etapas e ir direto para o bar tomar cerveja. E depois de toda a choradeira de costume, o jogo começou bem atrasado. Minutos mais tarde descobriríamos, analisando a postura do time adversário, que o atraso se deu ao fato de ninguém do time adversário querer arriscar um desgaste um pouco maior devido ao calor. Isso porque o sol nem estava tão forte.
Depois de quase meia hora de atraso, nos dirigimos ao vestiário. Como ninguém se pronunciou, Edmarzinho tomou a frente, e com a ajuda de alguns companheiros, escalou o time.
Tal tarefa não era tão difícil, porque os jogadores estavam contados certinho, um para cada posição. A única dúvida: tínhamos três atacantes para duas vagas. O difícil era decidir qual deles começaria no banco. Após rápida conversa, decidimos deixar o menino Cabeça no banco, pois ele está começando a carreira agora, e teria um jogo importante no domingo. Não podíamos sobrecarregar nossa franzina futura promessa.
Enquanto o solitário Cabeça ficou lá no banco esperando o início do jogo e refletindo sobre os dilemas e conflitos da vida de um adolescente classe média, o time titular fazia um aquecimento digno do filme Jamaica Abaixo de Zero. Instantes antes de começar a partida, enquanto uma parte do time estava de braço cruzado, outra parte ficava com a mão na cintura, e um terceiro grupo bocejava se imaginando deitado embaixo de cobertores curtindo um filminho naquela tarde tranquila de sábado.
Antes mesmo do início da partida, vários jogadores já previam a necessidade de um desfribilador e de um tubo de oxigênio para alguma emergência que viesse a ocorrer durante o jogo. Clayton era um dos mais preocupados, enquanto Ligeira exibia sua pança.
Todos esses fatores somados minavam a pouca expectativa que ainda restava.
E transbordando de alegria e motivação, o Atlético Boêmio iniciou a partida.
O jogo começa, e os times começam se estudando. Estudando? Estudando o caramba! Vamos falar em português claro e direto: Ninguém queria era perder a bola para ter que correr atrás do adversário. Todos queriam ficar só tocando a bola de lado, tranquilamente, poupando-se ao máximo.
Antes de começar o jogo, Edmarzinho sugeriu que todos segurassem a onda para aguentarem o jogo todo. Com a bola rolando, nosso lateral-direito contrariou totalmente seu discurso. Nas primeiras oportunidades, não hesitou em subir ao ataque, acelerou as jogadas sempre buscando o fundo. Gastou mais de meio tanque em menos de 15 minutos de jogo.
E em uma dessas boas subidas, em uma espécie de déjà vú, Jonathan nos fez relembrar perfeitamente os velhos tempos. Edmarzinho arrancou, tabelou com o próprio atacante, chegou a fundo e bateu cruzado buscando o gol. A bola foi pingando calmamente até chegar aos pés do nosso atacante sorridente, que mandou mais um exemplar para a sua coleção de gols perdidos. Embaixo da trave, isolou a bola por cima do travessão.
E o jogo continuava morno, bem morno. Quase frio.
Então a zaga adversária se cansou, e fez questão de dar um pouco de emoção ao jogo. Após uma bela lambança, a bola sobrou para Jonathan livre na entrada da área. E o atacante altruísta chutou precipitadamente, perdendo mais um gol, aumentando ainda mais sua rica e variada coleção.
Numa boa troca de passes pelo lado esquerdo, Carlão tocou para Claudinho. No domínio, a bola fugiu para o pé ruim do garotinho. Com vergonha do potente chute de direita, o meia canhoto devolveu a bola açucarada para Carlão, que chegou batendo de primeira de dereitcha, um têis dedo cheio de cuiva. A bola viajou bonito e morreu no Baibante! O goleirão não viu nem o cheiro, como diria a lenda Gutimbeg.
E assim o Boêmio abriu o placar.
Com a vantagem, a defesa fez o seu papel e não deixou que o time adversário esboçasse qualquer reação. Davi não permitia que os atacantes virassem nenhuma bola pra cima dele. Está certo que pra isso ele pisava sem dó em qualquer calcanhar ou tornozelo que via a sua frente, mas o importante é que a tática estava funcionando. E Rica ia cumprindo seu papel de xerifão como de costume.
E com essa segurança, o time se soltava no ataque, trabalhando a bola e trocando bons passes.
E após outra boa troca de passes pelo lado esquerdo, Claudinho achou Carlão mais uma vez livre na entrada da área. Com a bola no pé, Carlão mostrou toda a sua inteligência: evitou o chute a gol, pois tinha certeza que um raio não cairia duas vezes no mesmo lugar. Ao invés de chutar, encontrou testa entrando livre pela direita, entre o lateral e o zagueiro. Acertou um belo passe. Testa dominou com classe, e com frieza de praxe, esperou o goleiro cair para rolar a bola no seu canto esquerdo. Dois a zero Atlético Boêmio.
Com a larga vantagem, o jogo esfriou ainda mais. E como estava fácil lá atras, Ricardo também quis contribuir, dando um pouco de emoção ao jogo. Na saída de bola, mandou uma bela duma fogueira para o Claytão, que na entrada da área e de costas para o campo de ataque, ao dominar a bola, recebeu uma entrada dura por trás. Teve que sair de campo. Diziam as más línguas que, na verdade, ele saiu de campo para anotar o telefone do adversário que o pegou de jeito por trás. Entretanto, minutos mais tarde foi comprovada uma lesão no seu tornozelo, tirando o jogador da partida. Cabeça entrou cheio de vontade em seu lugar.
A substituição mudou taticamente o Boêmio. Testa e Ligeira recuaram, e Cabeça foi avançado para o ataque. Mas nada disso alterou o panorama inicial.
Antes de começar o jogo, ao colocar a rede, Tiagão já havia avisado pra não esquentarmos a cabeça com a instalação do acessório, porque ela não seria usada durante todo o primeiro tempo. Mas com o passar do tempo, ele deve ter se arrependido de tal declaração. E para evitar que nosso goleiro se sentisse totalmente excluído da partida, nossa defesa deu uma facilitada para ele participar também do jogo. Convenhamos, não foi preciso tanto esforço assim. E numa jogada individual, o atacante adversário acertou bom chute, obrigando o goleirão a tirar a mão do bolso e fazer uma bela defesa, espalmando para escanteio.
E parece que o time adversário gostou da brincadeira. Minutos depois, falta marcada na intermediária boemia. Ninguém acreditou que teríamos ali em campo alguém com a capacidade de acertar um chute no gol àquela distância. Tiagão solicitou três na barreira. Sempre com medo de levar bolada, a galera fingiu que não ouviu. Alguns que não conseguiram fingir, disseram ao nosso goleiro que dois na barreira estava de ótimo tamanho.
Aí sim fomos surpreendidos novamente!
O meia adversário tomou distância e soltou a sapatada do meio da praça. A bola viajou bonito, e por ironia do destino, passou justamente pelo local onde estaria o terceiro homem da barreira. O pombo sem asa foi fazendo aquela curva, fugindo do Tiagão, que se esticou todo, mas só pôde acompanhar a redonda explodindo bonito no seu poste esquerdo, e correndo por sobre a linha do gol, foi sair pela linha lateral do outro lado.
E todos foram para o intervalo impressionados com o lampejo de Roberto Carlos do jogador adversário.
Nosso time voltou para o segundo tempo seguindo o mesmo script. Afinal, em time que está ganhando e não tem nenhum reserva, não se mexe.
Assim continuou se desenrolando a segunda etapa.
Claudinho trabalhava bem a bola no meio. Quando conseguia dominá-la, erguia a cabeça e cadenciava bem o jogo. Ligeira usava sua cabeça e barriga enormes para abrir espaços na defesa. Muito prestativo durante todo o tempo que esteve em campo, ao melhor estilo pivozão dedicado. E numa dessas jogadas, nosso atacante, que parecia uma mistura de Aloísio Chulapa com Doutor Sócrates, fez uma bela tabela, arrancou no seu famoso sprint manquitola e recebeu forte travada do zagueiro. Soltou aquele velho gritinho implorando um pênalti para o juizão. O homem do apito deu de ombros e mandou o lance seguir. Esbanjando vontade desde seu primeiro minuto em campo, Cabeça correu até a linha de fundo, evitou a saída e fez um belíssimo cruzamento, ou melhor, um passe certeiro na cabeça do Jonathan, que escorou com categoria no contrapé do goleiro, que só observou a bola entrar mansamente no seu canto direito. Belo gol. Bela jogada do menino cabeça, belo cabeceio de Jonathan. Belo placar para o Atlético Boêmio.
Aí sim o negócio virou brincadeira. Ninguém queria mais saber de correr, e a preguiça reinou. Tiagão quase pediu um cafezinho para esquentar aquela tarde cinzenta.
Os únicos que ainda continuavam correndo com bastante empenho eram Davi, Juninho e o menino Cabeça. E o esforço dos três não foi em vão. Juninho conseguiu feito raro: não tomou nenhuma bola nas costas durante todo o segundo tempo. Nas poucas vezes que vacilou na marcação, se recuperou e protegeu com competência o lado esquerdo da defesa. Ainda encontrou força para subir algumas vezes ao ataque. E numa dessas subidas, a vontade era tanta, que ele quase levou no peito o portão do alambrado ao fundo do gol adversário. Após uma arrancada, adiantou demais a bola, mas não desistiu em nenhum momento do lance e brigou com o adversário até a linha de fundo. Só esqueceu que o campo havia acabado, tentou acionar o freio, mas aí o ABS falhou. Na falta da barreira de pneus e caixa de brita, sobrou para o alambrado a missão de parar o menino desenfreado. Enquanto todos estavam assustados com o forte impacto, nosso lateral esquerdo se levantou rapidamente e com imensa bravura se dirigiu ao seu setor do campo. Lance digno de Troféu Gelol.
Davi roubava bolas na defesa e tentava armar os contra-ataques. E com bravura também Cabeça roubou a bola do zagueiro, e saiu na frente do gol, cara a cara com o goleiro. Tentou dar o tapa rasteiro no canto. Mas na conclusão tirou muito pouco do goleiro, facilitando a boa defesa. E a sina do jovem atacante continua. Criando bastante, fazendo tudo certo, pecando apenas no detalhe final.
Nos cinco minutos finais, enquanto alguns se preocupavam com o resultado da semi-final do Paulistão, outros já estavam pensando na cerveja gelada. E o juiz fez o que todo mundo desejava, soprou o apito e encerrou a peleja.
Após o fim do jogo, os boêmios mostraram que não é apenas o lado atlético que está totalmente fora de forma. O lado boêmio também está sem ritmo de jogo. Mas os fortes guerreiros de sempre fizeram questão de ir para o boteco mais próximo tomar uma cerveja para brindar mais uma vitória e, principalmente, celebrar a invencibilidade no ano de 2011.
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FICHA TÉCNICA:
Local: campo do Jd. Boa Vista, Hortolândia (SP)
Data: 30 de abril de 2011, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 06 não-pagantes (molecada que não queria nem buscar a bola).
Cartões amarelos: Cabeça e Ligeira.
GOLS: Carlão aos 15 e Testa aos 20 minutos do primeiro tempo. Jonathan aos 20 minutos do segundo tempo.
ESCALAÇÃO: Tiagão; Edimarzinho, Davi, Rica e Juninho; Clayton (Cabeça), Cláudio, Carlão e Testa; Ligeira e Jônatan.
TÉCNICO: Edmarzinho e cia.
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Postado por Carlão
14 abr
A Volta do Boêmio
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“Boemia, aqui me tens de regresso
E suplicante te peço a minha nova inscrição
Voltei pra rever os amigos que um dia
Eu deixei a chorar de alegria, me acompanha o meu violão…”
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Ao invés de violão, separem a velha chuteira, já empoeirada, amiga de todas as horas e inimiga das canelas adversárias, e preparem o coração para viver novamente, como se fosse a primeira vez, as velhas e marcantes emoções que só o futebol nos proporciona.
Depois de algumas reuniões, muita negociação, e várias latinhas de cerveja esvaziadas, chegamos a um consenso: a ausência boêmia dos gramados hortolandenses está comprometendo a alegria dos finais de semana de 94,5% dos integrantes do time. Os 5,5% que estão felizes com o recesso são representados somente pela Rainha Elisabete Bursinha Hounston, que sempre torceu para que esse projeto chegasse logo ao fim.
Mas para contentamento geral, principalmente do seca-pimenteira Burso, será apenas um joguinho para matar a saudade. Não pretendemos, pelo menos por enquanto, voltar a disputar a maratona de jogos de meses atrás. Será só esse joguinho mesmo. Apenas para matar as lombrigas.
Fato que não poderia deixar de ser ressaltado é a reestréia de Boleta Wayne Rooney com o manto boêmio. Depois do título abrilhantado à luz de corcéis e opalões, Bola entrará em campo novamente para tentar suprir a eterna falta do centro-avante matador.
Pra ajudar, dos quebra-galhos que tínhamos, um está se recuperando de complexa cirurgia no joelho e o outro está apenas 20 kg acima do seu peso ideal.
Além destes, existem outros ingredientes que deixarão a partida bastante interessante: Carlão recuperado de lesão, Henao totalmente livre de uma lesão que o perseguia por onde quer que fosse, Cláudio desistindo pela sétima vez da aposentadoria precoce, Testa grávido, Tiagão em bom ritmo (boêmio), Rica em ótima fase e Edmar empolgado com a boa fase do seu Parmeirão.
Enfim, tenho certeza que esse jogo promete muita emoção.
Voltaremos ao velho conhecido campo do Boa Vista.
Anotem em suas agendas:
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Sábado, 30 de Abril de 2011.
Horário: 15:30
Local: Campo do Jd. Boa Vista (Campo do Kiko)
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“… Acontece que a mulher que floriu meu caminho
De ternura, meiguice e carinho, sendo a vida do meu coração
Compreendeu e abraçou-me dizendo a sorrir
Meu amor você pode partir, não esqueça o seu violão
Vá rever os teus rios, teus montes, cascatas
Vá sonhar em nova serenata e abraçar seus amigos leais
Vá embora, pois me resta o consolo e alegria
De saber que depois da boemia
É de mim que você gosta mais.”
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Postado por Carlão
3 ago
Sessão Nostalgia
Boemia e nostalgia até rimam.
Estamos aproveitando essa interrupção de tudo aquilo que liga o universo boemio ao futebol para refletirmos sobre os erros cometidos e traçarmos novos objetivos e metas ainda mais ousadas.
E já que estamos trabalhando apenas com a mente, e para não deixar o coração, parte do corpo mais ativa durante as batalhas nos gramados e raspadões desse glorioso futebol de várzea do meu brasil varonil, inoperante a se recobrir de poeira e teias de aranha, proponho um momento nostalgia através do nosso blog.
Depois de algo em torno de 70 dias de inatividade (desde 23/05/2010), se você é um boemio de verdade, está sentindo falta de alguma coisa. Por mais besta que seja, mais alguma coisa sempre faz falta. Sempre.
E como eu sei que as visitas por aqui estão acontecendo bem esporadicamente, todos terão tempo mais do que suficiente para pensar e dividir suas idéias através dos comentários dessa postagem.
Se você está sentindo falta do fino da bola apresentado nos gramados, ou se você sente falta das trapalhadas dos nossos jogadores, das atuações extra-campo marcantes de Esquimó, Zé, o Bravador Revoltoso e tantas outras figuras ilustres que acompanham nosso time, ou até mesmo da consagração dos atletas através do honroso Troféu Valdson, esse é o momento de você manifestar seu saudosismo boêmio.
Manifestem-se, boêmios!
Teremos tempo de sobra para saborear essas lembranças.
Talvez isso nos reanime e nos faça reencontrar a alegria em jogar futebol!
Saudações de um boêmio que morreu, morre e sempre morrerá de saudades do bom e velho futebol.
19 jun
ferias
caros boêmios quero comunicar á todos que decidi tirar uns meses de ferias, este ano não pretendo mais jogar, e nem marcar jogo.peço desculpa a todos que eu tive alguma disculsão,pois estava muito stresado, sei que tive muitos erros mais também tive muitos pontos positivos, e mais, saio conciente que fiz varias amizades, e isso é o que importa, porque o futebol é só uma paixão, e nada mais e a amizade e para a eternidade, concerteza não vou esquecer de todos voçês, porque por um ano e meio formamos uma equipe forte e sincera onde todos se respeitavam mesmo assim espero que o time continue jogando, só assim pode chegar a algun lugar, espero um dia voltar a jogar ,
abraços edmarzin
30 mai
Paintball Quem vai??
| Bem vindo a Companhia Delta Paintball | |
| Possuímos dois campos de paintball, o campo Cenário de 1800 M ² repleto de árvores e obstáculos, e o campo Selva com 5000 M ² de mata natural. Fornecemos equipamentos novos e modernos, incluindo marcador, capacete, pescoçeira e colete. Nosso campo está localizado em Campinas-SP no distrito de Sousas.
Dica Importante: traga um boné ou bandana para colocar por baixo da mascara de proteção, isso evita que o suor embace a lente. Informações e reservas, ligue: (19) 3032-1552 Todos os dias das 08:00 as 22:00 hs |
Galera se alguem tiver interesse, estarei agendando para dia 12/06 as 10:00 Manhã. Preciso de confirmações para o agendamento o mais rápido possível.
Mais informações acesse o site: http://www.paintballcampinas.com.br/
Vale a pena ir, quanto mais pessoas mais legal fica o jogo.
Abraço.
Alex
